Perdi tudo que existia dentro de mim. O amor é a única coisa que me restou, mas ele está pesado, espinhoso que não aguento mais carregar ele aqui, dentro de mim. Acho que me acostumei com esse fardo pesado que carrego no peito. Ao mesmo tempo que tempo me desfazer dele, tenho medo que nada valha mais a pena pra mim. A única coisa que me mantem vivo agora é acreditar no irreal, no impossível. Sei que isso vai acabar comigo, uma hora ou outra, mas sei que o improvável possa acontecer algum momento, mesmo que ele seja mais impossível que o amanhã.
W.